domingo, 13 de janeiro de 2013

REQUIÃO SUSPEITA QUE SUBSÍDIO DA TARIFA DE ÔNIBUS DE CURITIBA 'ENGORDOU' CAIXA 2 TUCANO


COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: Pode ser uma atitude típica do oportunismo oposicionista, já que Roberto Requião é inimigo político de Beto Richa, apadrinhado de Jaime Lerner. No entanto, a denúncia faz sentido, na medida em que o modelo autoritário de mobilidade urbana, lançado por Lerner em 1974, se mostra impopular, antiquado e cada vez menos funcional na maioria dos aspectos. Sem falar da corrupção e do abuso do poder econômico e político que isso significa.

Requião suspeita que subsídio da tarifa de ônibus em Curitiba ‘engordou’ caixa 2 tucano

Por Esmael Morais - Blog do Esmael

Senador compara subsídio da tarifa de Richa à redução de pedágio de Lerner

Requião: “O subsídio [de Richa] não foi para o povo. Foi direto para os empresários concessionários do transporte coletivo. A gente pode imaginar o que isso significou de aporte, recursos improváveis, caixa dois de campanha eleitoral”.

Requião: “O subsídio [de Richa] não foi para o povo. Foi direto para os empresários concessionários do transporte coletivo. A gente pode imaginar o que isso significou de aporte, recursos improváveis, caixa dois de campanha eleitoral”.
O senador Roberto Requião (PMDB/PR) lembrou que quando disputou o governo do Paraná com Jaime Lerner a implantação do pedágio havia desgastado muito a imagem do então governador, que numa manobra eleitoreira reduziu as tarifas. Depois de reeleito, Lerner concedeu um aumento de 116% nas tarifas do pedágio.

“Esta manipulação surge hoje com o Beto Richa. No ano eleitoral, ele subsidia durante um ano, com R$ 60 milhões, o transporte coletivo de Curitiba para favorecer a eleição do seu candidato. Subsídio só para Curitiba. Não foi suficiente. Ele perdeu a eleição”, lembrou Requião.

O senador enfatiza que não houve nenhuma auditoria na tarifa do transporte coletivo da capital. “O subsídio não foi para o povo. Foi direto para os empresários concessionários do transporte coletivo. A gente pode imaginar o que isso significou de aporte, recursos improváveis, caixa dois de campanha eleitoral”, afirmou.

Requião informou que está mandando um pedido de informação para o Governo do Paraná e o Tribunal de Contas para saber exatamente como estão as finanças do Estado. “O governador assumiu o governo e criou 330 e poucos cargos em comissão. Paralelamente a isso foi cooptada a Assembléia inteira”, destacou.

“Agora, na véspera das eleições para o diretório estadual do PMDB do Paraná, a bancada inteira resolvei apoiar o Beto Richa e combater a minha candidatura à presidência do partido. E o governador criou 70 novos cargos comissionados paralelamente ao processo eleitoral”, contou.

“Se houvesse Ministério Público funcionando no Paraná isto já teria sido investigado. Não há dúvida que é crime eleitoral e improbidade administrativa. Mas no Paraná seguramente nós não temos Ministério Público”, disse Requião.

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