quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

PREFEITURA DO RJ REVÊ PLANO DA AV. RIO BRANCO


A Prefeitura do Rio de Janeiro desistiu de transformar todo o entorno da Av. Rio Branco do trecho entre a Av. Pres. Vargas e a Rua Santa Luzia em calçadão. O projeto do calçadão foi mantido, mas o trecho foi bastante reduzido, indo do trecho partindo da Av. Nilo Peçanha à mesma Santa Luzia.

Considera-se que a redução, ainda assim, não deixou de ter parte considerável da praça na referida avenida, o ideal seria que, se fechasse o trecho entre a Rua Evaristo da Veiga / Araújo Porto Alegre (o nome muda após o cruzamento da avenida) e a Rua Santa Luzia, seria menos incômodo e esteticamente mais funcional.

A Prefeitura do Rio de Janeiro declarou que "pretende desestimular" o uso de automóveis, algo até agora nunca cumprido de forma convicta e definitiva pelas autoridades, até pela forte influência que os comerciais de automóveis transmitidos diariamente pela televisão exerce sobre as pessoas, além da redução do IPVA para automóveis.

Só o comercial e a redução do tributo já estimulam ainda mais a já conhecida obsessão dos cidadãos pelos automóveis, que não medem condições para adquirir automóveis e sair com eles, causando muitos engarrafamentos, apenas pelo ato supérfluo de ter um carro próprio. Não é preciso dizer como fica o trânsito no Rio de Janeiro por causa disso.

Algumas medidas propostas tentam minimizar o impacto do fechamento do tráfego, colocando duas mãos num trecho da Av. Nilo Peçanha entre a Av. Rio Branco e a Rua México, que terá mão invertida para o sentido Castelo-Aterro. Já a Av. Graça Aranha, por sua vez, terá o sentido invertido para o sentido Aterro-Castelo (mudança que afetará, por exemplo, a linha 154 Castelo / Ipanema).

Não há garantia de que a mudança, que incluirá corredores de ônibus BRT, possa trazer benefícios definitivos. Afinal, como toda medida tecnocrática, trata-se de uma mudança de risco, e isso pode causar impactos imprevisíveis para o trânsito no centro do Rio de Janeiro.

Portanto, a medida exigirá maior trabalho para a prefeitura e sua equipe. E isso é uma questão de responsabilidades e não de superpoderes. Deixemos as vaidades de lado, porque será uma tarefa muito mais difícil do que se imagina.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

GREVE ATINGE LINHAS DE ÔNIBUS DA ZONA OESTE DE SÃO PAULO


Muitos passageiros sofrem desde a manhã de hoje em São Paulo, devido à greve dos funcionários da empresa Transppass, que circula em linhas da Zona Oeste de São Paulo, várias com destino ao centro da cidade. A paralização se iniciou na madrugada de hoje.

Os motoristas e cobradores exigem melhores salários e a empresa tem 52 linhas nas quais são distribuídos os 366 carros da empresa. Com a greve, que ocorre por tempo indeterminado, os pontos de ônibus nos bairros atendidos ficaram lotados de passageiros.

A SPTrans tentou amenizar a situação, colocando 225 ônibus extras para atender a população nos bairros atingidos pela paralização, como Jardim Educandário, Jardim Maria Luiza, COHAB Pedro Candario, COHAB Raposo Tavares, Vila Sônia, Butantã, Lapa, Barra Funda e Centro.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

FUNCIONÁRIOS DA JABOUR ENTRAM EM PARALIZAÇÃO, MAS PARTE DA FROTA CIRCULA


Meses depois da paralização da Real Auto Ônibus, foi a vez da Auto Viação Jabour sofrer o mesmo, com funcionários paralizando seus serviços em protesto contra as péssimas condições de trabalho.

A paralização iniciou-se à uma hora da madrugada de hoje, e de manhã apenas 82 dos 700 ônibus da Jabour saíram da garagem para circular, sendo um índice de 11,7%. A empresa opera em 39 linhas com área de atuação na Zona Oeste, atendendo bairros da Zona Norte, Zona Sul e Centro do Rio.

Apenas cinco BRTs da Transcarioca saíram da garagem para atender as linhas. Houve confusão nas estações do BRT em seu itinerário. Uma mulher chegou a passar mal, desmaiando por não aguentar o sufoco do movimento das pessoas na estação de Mato Alto. Ela foi socorrida por populares.

Daqui a duas semanas, o Sindicato dos Rodoviários realizará uma reunião para decidir a situação dos funcionários da Jabour. Caso não haja algum acordo, os rodoviários entrarão em greve.

domingo, 13 de janeiro de 2013

ACIDENTE ENTRE DOIS ÔNIBUS FERE SETE NO RIO DE JANEIRO

Um acidente ocorreu no começo da tarde de hoje no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o que mostra que tais acidentes que envolvem ônibus cariocas não se limitam às áreas suburbanas.

Dois ônibus da Intersul, um da Real Auto Ônibus, outro da Transportes Vila Isabel, se envolveram em uma batida na altura da Rua Barão do Flamengo, número 276. A batida, violenta, danificou a dianteira do ônibus da Real e a traseira do ônibus da Vila Isabel.

De acordo com a informação do Corpo de Bombeiros, as sete vítimas sofreram apenas ferimentos leves, apesar do grande susto. Elas foram atendidas no Hospital Sousa Aguiar, no Centro. O trânsito de uma das vias não chegou a se congestionar, apesar do trecho interditado.





REQUIÃO SUSPEITA QUE SUBSÍDIO DA TARIFA DE ÔNIBUS DE CURITIBA 'ENGORDOU' CAIXA 2 TUCANO


COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: Pode ser uma atitude típica do oportunismo oposicionista, já que Roberto Requião é inimigo político de Beto Richa, apadrinhado de Jaime Lerner. No entanto, a denúncia faz sentido, na medida em que o modelo autoritário de mobilidade urbana, lançado por Lerner em 1974, se mostra impopular, antiquado e cada vez menos funcional na maioria dos aspectos. Sem falar da corrupção e do abuso do poder econômico e político que isso significa.

Requião suspeita que subsídio da tarifa de ônibus em Curitiba ‘engordou’ caixa 2 tucano

Por Esmael Morais - Blog do Esmael

Senador compara subsídio da tarifa de Richa à redução de pedágio de Lerner

Requião: “O subsídio [de Richa] não foi para o povo. Foi direto para os empresários concessionários do transporte coletivo. A gente pode imaginar o que isso significou de aporte, recursos improváveis, caixa dois de campanha eleitoral”.

Requião: “O subsídio [de Richa] não foi para o povo. Foi direto para os empresários concessionários do transporte coletivo. A gente pode imaginar o que isso significou de aporte, recursos improváveis, caixa dois de campanha eleitoral”.
O senador Roberto Requião (PMDB/PR) lembrou que quando disputou o governo do Paraná com Jaime Lerner a implantação do pedágio havia desgastado muito a imagem do então governador, que numa manobra eleitoreira reduziu as tarifas. Depois de reeleito, Lerner concedeu um aumento de 116% nas tarifas do pedágio.

“Esta manipulação surge hoje com o Beto Richa. No ano eleitoral, ele subsidia durante um ano, com R$ 60 milhões, o transporte coletivo de Curitiba para favorecer a eleição do seu candidato. Subsídio só para Curitiba. Não foi suficiente. Ele perdeu a eleição”, lembrou Requião.

O senador enfatiza que não houve nenhuma auditoria na tarifa do transporte coletivo da capital. “O subsídio não foi para o povo. Foi direto para os empresários concessionários do transporte coletivo. A gente pode imaginar o que isso significou de aporte, recursos improváveis, caixa dois de campanha eleitoral”, afirmou.

Requião informou que está mandando um pedido de informação para o Governo do Paraná e o Tribunal de Contas para saber exatamente como estão as finanças do Estado. “O governador assumiu o governo e criou 330 e poucos cargos em comissão. Paralelamente a isso foi cooptada a Assembléia inteira”, destacou.

“Agora, na véspera das eleições para o diretório estadual do PMDB do Paraná, a bancada inteira resolvei apoiar o Beto Richa e combater a minha candidatura à presidência do partido. E o governador criou 70 novos cargos comissionados paralelamente ao processo eleitoral”, contou.

“Se houvesse Ministério Público funcionando no Paraná isto já teria sido investigado. Não há dúvida que é crime eleitoral e improbidade administrativa. Mas no Paraná seguramente nós não temos Ministério Público”, disse Requião.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

PADRONIZAÇÃO FAZ BLOGUE CONFUNDIR EMPRESA DE ÔNIBUS


A padronização visual dos ônibus do Rio de Janeiro causa tanto prejuízo que até mesmo um blogue sobre notícias da Cidade Maravilhosa confundiu a empresa da foto, ao divulgar uma notícia de uma indenização por acidente.

O blogue Informativo Rio, conhecido dos internautas cariocas, publicou uma notícia de uma sentença determinando à Rodoviária Âncora Matias a indenizar uma passageira por causa de um acidente causado por um freio brusco.

No entanto, a foto exibida corresponde a um ônibus da Auto Viação Três Amigos (ver abaixo), código 445xx. O da Matias é 255xx. Embora a Três Amigos e a Matias circulem em áreas comuns, como Méier, Saens Peña, Maracanã e Vila Isabel, até mesmo os tipos de ônibus que elas usam são diferentes, sendo a Três Amigos normalmente voltada para ônibus mais curtos.

Mas a padronização visual cria uma pintura só que pouca diferença faz se são ônibus longos ou curtos. Em certos casos, até carrocerias podem ser confundidas. Certos busólogos acham frescura essa confusão, seguros de suas informações técnicas, mas até eles podem se confundir ao pegar um ônibus. Só que raramente um busólogo pega ônibus, ele admira os ônibus de fora.

As pessoas comuns, com tantas ocupações e preocupações, é que não têm tempo para saber se o ônibus Internorte é Matias ou Três Amigos, Acari ou Madureira Candelária, Caprichosa ou Rubanil etc. Isso é o transtorno que certas pessoas não admitem e se irritam com isso. Tem gente que é egoísta e, pior, ainda fala em "defesa do interesse público". E a coisa vai mal no sistema de ônibus do Rio.


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

FECHAMENTO DA AV. RIO BRANCO TRARÁ PREJUÍZO FINANCEIRO E INSEGURANÇA


Se o prefeito Eduardo Paes, que inicia sua segunda gestão, tiver um pouco de prudência, desistirá da ideia de transformar em calcadão o trecho da Av. Rio Branco entre a Av. Pres. Vargas e o Aterro do Flamengo, até pelas inúmeras desvantagens e malefícios que nenhum pretexto de recreação familiar consegue justificar tal medida.

O fechamento causaria um violento impacto no trânsito carioca, já bastante congestionado. E não é preciso ser técnico para verificar que a Av. Rio Branco tem um grande fluxo de veículos que já é complicado nos horários de pico nos dias úteis. Basta andar por seu entorno como qualquer cidadão comum. Até mendigos sabem perceber o intenso fluxo de veículos que passa pela avenida.

Se o trecho da avenida for fechado, o trânsito será transferido, por um lado, para a Av. Passos, complicando o já congestionado trânsito da Praça Tiradentes, que no final da tarde já gera um monte de problemas e se estende para o Largo da Carioca seu trânsito lento.

Por outro, ele complicará o entorno das avenidas Alfred Agache e General Justo, com um congestionamento visto até mesmo na saída do Aeroporto Santos Dumont, o que significa que seus problemas terão repercussão pelo Brasil afora, através de relatos de turistas.

PREJUÍZOS NO COMÉRCIO E NA SEGURANÇA

O fechamento da Av. Rio Branco, a exemplo do que se fez com o calcadão da Praça Quinze de Novembro e da transformação de um bom trecho da Av. Alfred Agache num túnel, trará prejuízos na segurança, além de desvalorizar a área, que, se não deixa de ter um movimento constante de pessoas, pode trazer prejuízo para o comércio, alimentado sobretudo por pessoas que chegam de lugares distantes por meio de carros de ônibus.

O edifício Avenida Central, por exemplo, um dos redutos do comércio de artigos de Informática no município do Rio de Janeiro, poderá sofrer uma drástica redução de demanda, pois o calcadão isolará a avenida, já que haverá o desestímulo de pessoas em andar longas distâncias para chegarem ao local.

E se as calçadas da Rio Branco, sobretudo nos fins de semana, feriados e durante toda a noite, se tornam locais perigosos cheios de usuários de drogas e assaltantes, o fechamento da avenida, a exemplo do que ocorre no trecho entre a Estação das Barcas da Praça 15 e o Terminal da Misericórdia, poderá significar um reduto não só de mendigos, mas de drogados e ladrões.

Só isso irá comprometer o recreio das famílias entusiasmadas com o projeto fantasioso da "bela praça". Ela será um reduto de consumidores e traficantes de drogas, mesmo durante o dia, ameaçando o sossego e a tranquilidade dos familiares.

E como são as elites mais ricas que apoiam esse fechamento, sem atentar para os problemas que isso causará, são elas que justamente serão as mais visadas pelos assaltantes. Do jeito que anda a violência no país, é bom que isso seja levado em conta.

SOBRECARGA DE INVESTIMENTOS

O fechamento da Av. Rio Branco também poderá gerar uma sobrecarga de investimentos. O prefeito Eduardo Paes deveria tomar consciência de que a derrubada do Viaduto da Perimetral e a construção de um novo entorno urbano na Zona Portuária já trará investimentos financeiros bastante pesados para que se pense em destruir o asfalto na Rio Branco e colocar pisos de mármore, bancos e brinquedos no local.

Não será, portanto, uma boa ideia fechar a Rio Branco porque ela entrará em contradição com a valorização da Zona Portuária e seus investimentos já bastante caros e trabalhosos. Se nem todos os cariocas apoiam a destruição do Viaduto da Perimetral - eu, no entanto, apoio - , imagine então, depois de tanta trabalheira, ainda se pensar em fechar uma avenida de grande fluxo de veículos.

Não é possível pensar em todas as ideias aprovadas em escritórios. A tecnocracia nem sempre vê a vontade das ruas. Ela lida com matemática, recursos econômicos, interesses políticos, nem sempre condizentes ao interesse público que supõem defender.

A padronização visual dos ônibus é um exemplo desse erro, pois causa diversos transtornos para a população e até mesmo seus defensores já começam a conhecer seus prejuízos e desvantagens, ainda que depois de muita teimosia e intolerância. É porque, quando uma coisa se mostra nociva, ela se mostra nociva mesmo, e não adianta o secretariado usar voz firme para tentar dizer o contrário.

Portanto, Eduardo Paes deveria desistir do fechamento da Rio Branco. Seria melhor ele pensar na demolição dos viadutos da Auto-Estrada Lagoa-Barra para a construção de novos viadutos mais seguros, porque as rachaduras apontadas pelos técnicos são muito arriscadas. Eu mesmo, numa volta de um passeio da Barra da Tijuca, passei por esses viadutos com medo. Felizmente, ocorreu tudo bem. Mas, e no futuro?

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

ÔNIBUS DA TRANS1000 PEGA FOGO NA VIA DUTRA


Um ônibus da Turismo Trans1000 pegou fogo na altura do Carrefour de Belford Roxo, na Via Dutra, sentido São Paulo. Aparentemente sem passageiros, o ônibus, segundo seu motorista, teria começado no motor do ônibus, por estar superaquecido. O incêndio ocorreu às 8:40 da manhã de hoje.

O trecho faz parte do itinerário da linha 005 Mesquita / Praça Mauá, considerada uma das que mais recebem queixas da empresa, até por ser um dos trajetos estratégicos ligando a Baixada Fluminense ao Rio de Janeiro.

A informação foi dada pelo internauta Fernando José de Silva Souza ao portal G1. Ele gravou um vídeo mostrando o momento em que o ônibus estava com o fogo atingindo cinco metros de altura, enquanto chegava o Corpo de Bombeiros ao local para verificar o incidente.

O ônibus, um modelo Marcopolo Viale com ar condicionado, teria cerca de seis anos de fabricação, mas parecia mais velho por conta da falta de manutenção da empresa de ônibus, conhecida por sua frota velha e sucateada.

Ninguém saiu ferido no incêndio e o motorista havia saído do veículo bem antes. O fogo foi rapidamente apagado após a chegada dos bombeiros, mas o veículo saiu bastante danificado.


2013 COMEÇA COM ACIDENTE DE ÔNIBUS NO RIO, COM 45 FERIDOS


Um sério acidente de ônibus ocorreu na manhã de hoje, no Rio de Janeiro. Um ônibus da City Rio Rotas Turísticas, que servia a linha 485 Penha / Ipanema, seguia em alta velocidade pelo Viaduto Pedro Álvares Cabral, que liga a Urca à antiga orla de Botafogo, quando tombou. O veículo seguia seu trajeto com destino Penha.

Várias pessoas haviam notado o risco, e um dos passageiros chegou a gritar avisando que o veículo vai cair. Com a queda, vários passageiros tiveram que sair do ônibus pelas janelas. 45 pessoas saíram feridas e três delas foram internadas em estado grave. Dos feridos leves, 15 precisaram ser atendidos no local.

O ônibus ficou atravessado na pista, o que fez o trânsito do local ficar bloqueado, no sentido para o Centro. Mas o trecho do sentido Copacabana do viaduto também foi interditado para o trabalho dos Bombeiros que foram chamados para o local, para o atendimento às vítimas. As vítimas foram encaminhadas para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea.

O trânsito ficou complicado na altura da Zona Sul e os ônibus que passavam pelo viaduto foram desviados para a Av. Repórter Nestor Moreira e Av. Nações Unidas. Devido ao acidente, o trânsito ficou lento, havendo retenção no local.
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