terça-feira, 18 de dezembro de 2012

PADRONIZAÇÃO VISUAL DOS ÔNIBUS DO RIO TERIA SIDO FEITA PARA FAVORECER SOGRO DE EDUARDO PAES, DIZEM MENSAGENS DAS REDES SOCIAIS


Correm mensagens nas redes sociais, inclusive o Facebook, dizendo que a padronização visual adotada nos ônibus do Rio de Janeiro, além de não apresentar qualquer benefício de ordem técnica nem relacionado ao interesse público, foi feito para favorecer o sogro de Eduardo Paes, o empresário Álvaro Rodrigues Lopes.

Ele é empresário de cinco empresas em circulação no Rio de Janeiro: Algarve, Andorinha, City Rio, Rio Rotas e Translitorânea. O controle dele envolve todos os quatro consórcios formados pela "licitação" de 2010: Intersul (Translitorânea), Internorte (City Rio), Transcarioca (Translitorânea) e Santa Cruz (Algarve, Andorinha, City Rio e Rio Rotas).

Nos últimos meses, dois ônibus das empresas envolvidas foram danificados em sérios acidentes na Av. Brasil. Um deles causou o mais trágico acidente desde a implantação do modelo de sistema de ônibus de Eduardo Paes, da City Rio, que matou cinco pessoas e feriu várias outras num ponto de ônibus na altura de Benfica. Já na Zona Oeste, um ônibus da Algarve havia caído deixando vários feridos.

A padronização visual teria sido usada como forma de acobertar o mau desempenho destas empresas, além de confundir os passageiros com o visual unificado adotado para diferentes empresas. Desse modo, não existe diferença visual entre uma Andorinha e uma Bangu, entre uma Translitorânea e uma Real Auto Ônibus, uma City Rio e uma Verdun.

A padronização visual foi aprovada na surdina, com Eduardo Paes impondo a medida e a sua bancada aliada na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) apenas aprovando "legislativamente" a medida, feita sem qualquer tipo de consulta popular.

Atualmente, está em processo no Judiciário carioca uma representação contra a formação de consórcios das empresas de ônibus no Rio de Janeiro.


2 comentários:

  1. Na verdade, é ainda um BOATO e vindo dessa mídia carioca, não espero nada. Se fosse vindo de uma FOLHA ou Estadão, na minha opinião, seria uma outra história.

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