sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

ACIDENTES DE ÕNIBUS NA REGIÃO OCEÂNICA DE NITERÓI


Começa a repetir em Niterói a rotina de sérios acidentes de ônibus que o modelo tecnocrático não consegue prevenir. E que já causou vários feridos e até mortos em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, só para citar algumas capitais.

Dois acidentes ocorreram este mês na Região Oceânica. O primeiro deles com 20 feridos, outro com pelo menos quatro. Todos envolvendo ônibus do consórcio Transoceânica, "montado" para "amarrar" empresas que servem os bairros do Centro Sul e da Região Oceânica de Niterói.


No primeiro deles, ocorrido no último dia 09, dois ônibus da Viação Pendotiba bateram entre si, fazendo com que o motorista de um dos ônibus ficasse preso nas ferragens e tivesse que ser socorrido pelos bombeiros lotados em Itaipu, São Gonçalo e Maricá que foram chamados para o local.

Os passageiros levemente feridos foram atendidos no local, nas ambulâncias do Corpo dos Bombeiros. Já os passageiros com ferimentos graves foram encaminhados para o Hospital Azevedo Lima, no bairro do Fonseca. O trânsito teve que ser parcialmente interrompido, na altura da Av. Éverton Xavier, antiga Av. Central. Os dois ônibus são responsáveis pela linha 46 Várzea das Moças / Centro.

Já na manhã de hoje o acidente ocorreu na Estrada Francisco da Cruz Nunes, sentido Itaipu, próximo ao bairro de Cafubá, região de Piratininga. Um ônibus da Santo Antônio Transportes, linha 54 Sapê / Piratininga, bateu em um veículo da Viação Pendotiba, na mesma linha 46. Bombeiros lotados em Charitas foram chamados para atender aos quatro feridos, levados também para o Azevedo Lima.

domingo, 23 de dezembro de 2012

LIGEIRINHO INVADE ESTACIONAMENTO E DEIXA 12 FERIDOS EM CURITIBA


COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: Mais um acidente, com vários feridos, envolve ônibus de Curitiba, numa época de profunda crise no sistema implantado por Jaime Lerner durante a ditadura militar.  E desta vez o ônibus é um "piso baixo" adquirido há pouco tempo, na tentativa de salvar o decadente sistema de ônibus da capital paranaense, com uma tendenciosa renovação de frota que só gerou mais dívidas e agravou o colapso que o sistema já vive.

Ligeirinho invade estacionamento e deixa 12 feridos no Rebouças

Do Jornal Gazeta do Povo

Doze pessoas ficaram feridas em um acidente no bairro Rebouças, em Curitiba, em que um ônibus ligeirinho da linha Barreirinha-São José dos Pinhais colidiu contra uma caminhonete Land Rover e invadiu o estacionamento de uma loja de materiais de construção, por volta das 11h30 deste domingo (22). Onze ocupantes do ônibus e o motorista da caminhonete tiveram de ser encaminhados para hospitais. Segundo o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), as vítimas tiveram ferimentos leves e não corriam risco de morte.

A colisão ocorreu no cruzamento da Avenida Silva Jardim com a Rua Conselheiro Laurindo, na esquina em que se localiza a Cassol Centerlar. O ônibus seguia pela Conselheiro Laurindo quando bateu contra a caminhonete, que vinha pela Silva Jardim.

Após a batida, o ligeirinho derrubou a grade da loja de materiais de construção e atravessou o estacionamento, colidindo e arrastando carros que estavam parados. Seis veículos foram atingidos pelo ligeirinho, segundo o BPTran. O ônibus chegou a cruzar um canteiro do estacionamento, destruindo postes de iluminação e parou a poucos metros do prédio.

“Foi uma colisão transversal, que fez com que o ônibus perdesse o controle e invadisse o estacionamento. Há câmeras de monitoramento no cruzamento, que vão poder apontar o que provocou a ocorrência”, disse o subtenente José Anísio Cordeiro, do BPTran. Testemunhas afirmam que a Land Rover furou o sinal vermelho.

Entre os veículos atingidos pelo ligeirinho estão um Fiat Uno e um Chevrolet Meriva, que ficaram destruídos, além de um Honda Cith, um Ford Fox e um Ford Fiesta, que também sofreram danos.

As causas do acidente serão investigadas pela Delegacia de Delitos de Trânsito. Como não houve vítimas fatais, o Instituto de Criminalística não foi acionado para periciar o local do acidente. O BPTran fez um croqui, apontado a dinâmica do acidente. A polícia orientou os proprietários dos veículos a retirarem o boletim de ocorrência no Batalhão dentro de cinco dias, para que que possam tomar providências legais quanto aos prejuízos.

Vítimas

Foram necessárias quatro ambulâncias para socorrer as vítimas. Segundo o BPTran, todas sofreram ferimentos leves e não corriam risco de morrer. Entre os feridos, havia duas crianças e dois adolescentes.

Para o Hospital Evangélico foram levados o motorista do ônibus, de 64, um homem de 64 anos e outro 28 anos, uma mulher de 58 anos e uma adolescente de 14 anos. Para o Hospital do Trabalhador, foram encaminhados um homem de 65 anos, uma menina de 4 e uma de 3 anos, e uma adolescente de 14 anos. Um homem de 65 anos, um de 28 anos e uma mulher de 51 anos foram socorridos pelo Hospital Cajuru.

Prejuízos

Após o acidente, o sistema de som da Cassol Centerlar anunciou o acidente. Dezenas de pessoas se aglomeraram no estacionamento, para acompanhar o socorro da vítimas e o resultado do colisão múltipla. Entre os proprietários dos veículos atingidos pelo ônibus, o sentimento era de incredulidade.

A administradora Sandra Batiston, de 42 anos, foi à loja com o marido, para cotar preços de azulejos. Ela é dona do Fiat Uno que teve a frente destruída e sofreu perda total em função do acidente. “Não vou querer ouvir falar de azulejo nunca mais”, disse. Bastante emocionada pela perda material, ela ainda procurava entender o que tinha acontecido. “O único alívio é que meus filhos não estavam no carro. A gente fica sem chão, porque teoricamente meu carro estava em um lugar seguro”, disse. O Uno não tinha seguro.

Proprietário de um Fox, o auxiliar de montagem Jéssio Roberto procurava informações para tentar minimizar as perdas. “Vim fazer compras e saí no prejuízo. Agora é avaliar quem vai se responsabilizar por tudo isso”, afirmou.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

ÔNIBUS ATROPELA E MATA PEDESTRE EM NITERÓI


Um ônibus de piso baixo da Viação Araçatuba (Transnit) atropelou e matou um pedestre no Terminal João Goulart, no centro de Niterói. Da carroceria Marcopolo, modelo Viale BRT, o veículo operava na ocasião na linha 47 Canto do Rio / Centro.

Seguidores do Twitter haviam escrito que é comum haver pedestres atravessarem fora das plataformas do terminal para ganhar tempo. Nas tardes ocorre maior movimento de pessoas. O pedestre teria sido um desses transeuntes.

No entanto, o Terminal João Goulart não possui estruturas que possibilitem acessos mais rápidos entre uma plataforma e outra. Os passageiros precisam se dirigir para o corredor central no interior do terminal, que costuma ser congestionado de pessoas, para se deslocar de uma plataforma para outra.

O trânsito ficou em retidão no local e os veículos foram deslocados para a Rua Saldanha Marinho. Agentes da Nittrans foram chamados para dar orientação ao trânsito congestionado.

PADRONIZAÇÃO VISUAL DOS ÔNIBUS DO RIO TERIA SIDO FEITA PARA FAVORECER SOGRO DE EDUARDO PAES, DIZEM MENSAGENS DAS REDES SOCIAIS


Correm mensagens nas redes sociais, inclusive o Facebook, dizendo que a padronização visual adotada nos ônibus do Rio de Janeiro, além de não apresentar qualquer benefício de ordem técnica nem relacionado ao interesse público, foi feito para favorecer o sogro de Eduardo Paes, o empresário Álvaro Rodrigues Lopes.

Ele é empresário de cinco empresas em circulação no Rio de Janeiro: Algarve, Andorinha, City Rio, Rio Rotas e Translitorânea. O controle dele envolve todos os quatro consórcios formados pela "licitação" de 2010: Intersul (Translitorânea), Internorte (City Rio), Transcarioca (Translitorânea) e Santa Cruz (Algarve, Andorinha, City Rio e Rio Rotas).

Nos últimos meses, dois ônibus das empresas envolvidas foram danificados em sérios acidentes na Av. Brasil. Um deles causou o mais trágico acidente desde a implantação do modelo de sistema de ônibus de Eduardo Paes, da City Rio, que matou cinco pessoas e feriu várias outras num ponto de ônibus na altura de Benfica. Já na Zona Oeste, um ônibus da Algarve havia caído deixando vários feridos.

A padronização visual teria sido usada como forma de acobertar o mau desempenho destas empresas, além de confundir os passageiros com o visual unificado adotado para diferentes empresas. Desse modo, não existe diferença visual entre uma Andorinha e uma Bangu, entre uma Translitorânea e uma Real Auto Ônibus, uma City Rio e uma Verdun.

A padronização visual foi aprovada na surdina, com Eduardo Paes impondo a medida e a sua bancada aliada na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) apenas aprovando "legislativamente" a medida, feita sem qualquer tipo de consulta popular.

Atualmente, está em processo no Judiciário carioca uma representação contra a formação de consórcios das empresas de ônibus no Rio de Janeiro.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

DESCASO COM INSEGURANÇA INFLUIU EM ACIDENTE NO RIO


Um acidente com dois ônibus aconteceu ontem à noite, pouco tempo após o violento temporal que atingiu o Grande Rio. Foi no bairro de Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e envolveu dois ônibus do consórcio Transcarioca, um da Viação Redentor da linha 636 Saens Peña / Gardênia Azul, que ia em direção ao Méier, e outro da Transportes Estrela, da linha 363 Vila Valqueire / Praça 15, que ia em direção a Cascadura.

A chuva fez com que os semáforos do local, cruzamento entre as ruas Daniel Carneiro e Adolfo Bergamini, ficassem com o sinal amarelo piscando. Isso teria desnorteado os motoristas, que se colidiram. Um dos coletivos ainda havia provocado outro acidente com dois veículos e invadiu a entrada de um supermercado próximo.

O acidente provocou estragos nos ônibus, nos postes e nos carros. A via foi interditada por algumas horas. As vítimas, 30 feridos, foram internadas nos hospitais Salgado Filho (Méier), Souza Aguiar (Centro) e Getúlio Vargas (Penha).

Segundo técnicos da Cet-Rio, o sinal amarelo piscando é ligado à noite como indicativo de atenção, já que a área, também conhecida como "Esquina da Morte", é também considerada perigosa pela ocorrência de assaltos. O sinal indica que os motoristas deveriam parar antes de cruzar a via.

Mas esse paliativo não resolve, porque o melhor seria um bom policiamento no local para resolver o problema da criminalidade. A ação do tráfico na região é muito intensa, e muitos trabalhadores já sentem esse risco na volta para casa, depois de uma jornada de trabalho.

Portanto, o sinal amarelo piscando, além de não ter resolvido a coisa, piorou na medida em que provocou mais um dos inúmeros acidentes que acontecem no Rio de Janeiro e que põe em xeque - perto de ser um xeque-mate - nesse modelo antiquado de "mobilidade urbana" implantado pela Prefeitura do Rio há dois anos atrás.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

SEGUNDO ACIDENTE COM ÔNIBUS NA AV. BRASIL EM DOIS DIAS


Somos obrigados a noticiar os sucessivos acidentes com ônibus em cidades onde se implanta um modelo tecnocrático e autoritário de "mobilidade urbana" para mostrar os defeitos que esse "pacote de medidas", que inclui medidas antipopulares como dupla função de motoristas e cobradores, sobrecarga de trabalho, redução de frotas de ônibus e padronização visual das empresas de ônibus, causa.

As ocorrências, longe de ser um "rádio-leão" - jargão usado pelos busólogos que quer dizer boataria - , são fartamente difundidas pela imprensa, e que em certos casos a repercussão negativa das mesmas faz com que em certos casos haja cautela na divulgação das empresas acidentadas.

Isso pode ter acontecido no último acidente com dois ônibus entre o Realengo e Guadalupe, na Av. Brasil. Note-se que nessa área, mais ou menos na proximidade da Estrada do Camboatá - que liga Deodoro à Baixada Fluminense - , passam empresas de ônibus consideradas deficitárias, como Rio Rotas, Pégaso e Trans1000, além de outras que tentaram melhorar, como Bangu e Campo Grande, mas acabaram piorando com o "novo sistema".

O acidente recente, como mostra a foto acima, envolveu um ônibus da Vila Real, na altura de Guadalupe - o segundo acidente com ônibus noticiado pela imprensa nos últimos dois dias - que tombou após bater em um carro, na manhã de hoje, deixando cerca de 20 feridos.

São ocorrências consideradas muito graves para alguém ir na Internet dizer que está tudo bem. Afinal, ser passageiro de ônibus no Rio de Janeiro - e na Baixada Fluminense, no caso das linhas da Turismo Trans1000 - virou atitude de risco, vide os acidentes que quase sempre causam um número considerado alto de feridos, em média de 20, e em alguns casos provocou algumas vítimas fatais.

Isso já mudou até o quadro do debate entre busólogos fluminenses, antes monopolizados por uma visão antipopular por influência de um conhecido busólogo que fez atitudes lamentáveis que envolviam desde xingações racistas até blogues de calúnias e difamação, e que invadia as cidades de seus desafetos, a pretexto de tirar fotos de ônibus, para ameaçar seus discordantes.

Esse busólogo, conhecido nos bastidores, era movido pela intolerância e ganância política e tentou jogar uns busólogos mais destacados contra outros apenas emergentes, criando um conflito fratricida que abalou as redes sociais e repercutiu mal na busologia do país inteiro.

Quem pensava a favor de Eduardo Paes, Sérgio Cabral e cia. era respeitado por esse mau busólogo, mas quem pensava contra era humilhado sem dó. E mesmo visões mais objetivas como criticar a baixa demanda da linha 775D Charitas / Humaitá ou o péssimo serviço da Turismo Trans1000 não era poupado pelo mau busólogo, seus "fakes do bem" e seus "comentários críticos".

Seu reflexo na Internet foi pequeno, mas ele fez tanto rachar os encontros de busólogos no Grande Rio quanto criou uma má impressão nos busólogos de outros Estados de que a busologia fluminense estava sendo movida pela politicagem e pelo estrelismo. E isso prejudicava até mesmo os busólogos fluminenses mais conceituados.

PADRONIZAÇÃO VISUAL FEZ ATÉ O R7 CONFUNDIR EMPRESA DE ÔNIBUS

O mau busólogo nunca foi prejudicado pelos colegas de hobby, mas foi uma discordância simples que o fez agir de forma intolerante no meio. A padronização visual nos ônibus do Rio de Janeiro alimentou essa visão intolerante, um tanto fascista, e ele havia combinado com um outro busólogo mais jovem para seduzir os busólogos mais destacados a agirem contra quem não pensava igual a ele.

Ser busólogo no RJ acabou se tornando perigoso, porque você não poderia ter opinião e devia limitar apenas a discussões pontuais e inofensivas. Chegou-se ao ponto da busologia se limitar a quem pensa igual a autoridades, empresários e tecnocratas, enquanto o passageiro de ônibus era visto literalmente feito um gado para o qual deveria seguir

Aí, sem mais nem menos, o mau busólogo e seu jovem parceirinho - que costumava, com seus fakes, adotar piadinhas pornográficas tipo "Eu sou viado" e "Quero pica", usurpando até mesmo nomes de famosos - empastelaram até uma petição digital contra a padronização visual nos ônibus cariocas e tentaram o mesmo em outra contra a Transmil.

Depois, o mau busólogo criou um blogue de "comentários críticos" que seria uma forma de "lavar roupa suja" no esgoto. Era até uma hipocrisia, porque o mesmo busólogo dizia defender o "debate sadio" e condenava a trolagem nos fóruns de busologia nas redes sociais, enquanto ele usava a identidade secreta "crítico" para clonar textos de desafetos e jogar ofensas violentas em cima.

O mau busólogo adotou procedimentos e posturas que tinham sempre um pouco de figuras como o jornalista Reinaldo Azevedo, o comediante Rafinha Bastos e o político Jair Bolsonaro, que pelos seus excessos reacionários tiveram até problemas na Justiça ou, quando muito, eram duramente criticados pela sociedade.

Mas as ocorrências tiveram que o tal "crítico" esfriasse sua raiva, já que denúncias sobre seus abusos de conduta foram enviadas até o Ministério Público e à mídia. A repercussão negativa desse "crítico" foi tal que um desafeto desse mau busólogo resolveu dar o troco e usar um pseudônimo para ridicularizá-lo, criando também outro blogue para isso.

Enquanto isso, ironicamente, um comercial de uma marca de telefonia móvel, apresentado pela atriz que entrevistou o tal mau busólogo - quando ele pertencia a uma simpática equipe que fotografava ônibus no Cachambi e nem era líder desse grupo, do qual se desligou de forma "amigável" - , mostrou uma "padronização visual" de dois times de futebol rivais, que adotariam a estampa azul.

Padronizar o visual das empresas de õnibus, para uns, é "ótimo", mas imagine padronizar os uniformes de times de futebol. Seria lindo, para eles, por exemplo, ver Flamengo e Fluminense se enfrentando exatamente com o mesmo uniforme? Será que resolveria os paliativos como botar melhores jogadores e identificar os jogadores de cada time em longínquos placares eletrônicos monitorados via satélite, para "compensar" a uniformização visual?

A padronização visual tornou-se tão desvantajosa que qualquer um confunde a empresa de ônibus. Já rola na Internet rumores de que ela foi feita para favorecer o sogro do prefeito carioca Eduardo Paes, que era dono de várias empresas, inclusive a antiga Oeste Ocidental, "transformada" em uma licitação de fachada na atual Rio Rotas.

PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO - O passageiro comum, pobre e atarefado, pode confundir o D53509 da Campo Grande com o D58609 da Bangu. Para certo busólogo, quem age assim é "mané". Benefício para o usuário?

Um exemplo ilustrativo foi o que o portal R7 fez, quando anunciou o acidente com a Vila Real. Mesmo o visual Internorte não impediu que a notícia relacionasse o ônibus à empresa Bangu (que tem parte da frota no consórcio Internorte, mas ela não passa naquele trecho da Av. Brasil), do consórcio Santa Cruz, e na linha deste consórcio, 367 Realengo / Praça 15.

Imagine então os passageiros que precisam fazer um verdadeiro exercício lógico para diferir as empresas de ônibus para pegar. É bonito para um busólogo que o passageiro comum confunda o carro D53509 da Transportes Campo Grande com o D58609 da Auto Viação Bangu?

Nem todo mundo fica só ocupado a ver ônibus. Temos muitas coisas na vida para fazer. E o trabalhador que, cheio de contas para pagar e que mora no subúrbio fica com a cabeça a mil diante de tantas diferentes empresas com o mesmo visual. Isso não tem a menor funcionalidade, e deixa o passageiro de ônibus ainda mais estressado.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

ÔNIBUS INVADE EDIFÍCIO EM CURITIBA E FERE 24


Um ônibus do tipo "Ligeirinho" causou um acidente em Curitiba na manhã de hoje.

O veículo percorria a Av. Paraná, na esquina com a Rua Chichorro Jr., no bairro do Cabral, quando perdeu a direção e invadiu um prédio residencial, deixando 24 pessoas feridas, quatro delas com gravidade. Internadas, as quatro vítimas não correm risco de morte.

O acidente ocorreu nas proximidades de um terminal de ônibus. Antes do ônibus causar um acidente, uma van e um micro-ônibus colidiram. O cruzamento da Rua Chichorro Jr. com a Rua Deputado Joaquim José Pedrosa chegou a ser fechado para o trânsito para permitir o socorro às vítimas.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

ÔNIBUS CIRCULA COM LETREIRO DIGITAL DESLIGADO EM NITERÓI


O carro 2.1.140, da Viação Pendotiba / Transoceânico (na foto, durante os primeiros dias com a pintura verde), circulou no começo da tarde de ontem com o letreiro digital desligado, por volta de 12:30 e 13 horas, em Niterói.

O incidente foi observado a partir do Largo do Marrão, no Jardim Icaraí, seguindo-se até o fim de linha, no Terminal João Goulart. Mas tudo indica que o letreiro digital, desligado tanto na parte dianteira como na traseira e na lateral direita, já estava assim bem antes de passar pelo trecho observado.

O ônibus estava razoavelmente lotado, com todos os passageiros sentados e uns poucos em pé, dentro do padrão normal de um percurso de linha. O ônibus costuma circular pela linha 35 Baldeador / Centro. Aparentemente, o ônibus não parou para pegar passageiros no ponto do Largo do Marrão na Rua Dr. Paulo César.

Embora alongado, o ônibus é da mesma carroceria dos ônibus da Viação Fortaleza e Santo Antônio Transportes que passam pelo mesmo local e integram o mesmo consórcio Transoceânico. Com três portas, o ônibus da Pendotiba pode, no entanto, ser confundido facilmente com alguns semi-longos da Santo Antônio que servem a linha 39 Piratininga / Centro.

Tudo indica que o ônibus (antigo NIT.02-140), que havia recebido pintura nova há pouco mais de um mês, mas antes ostentava o visual original da empresa, apresentava algum problema técnico.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...