terça-feira, 23 de outubro de 2012

ÔNIBUS CAI EM BARRANCO E PELO MENOS 13 MORREM


COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: O trágico acidente da Auto Viação 1001, na Rio-Teresópolis apresenta, por enquanto, a controvérsia sobre se ele teria sido causado por falha humana ou técnica. Em todo caso, a ocorrência aponta para a crise causada pelo "inchaço" administrativo da empresa niteroiense, que conta com linhas demais e se divide entre a boa administração dos setores Niterói e Região dos Lagos e a péssima administração nos setores Macaé-Campos e Itaperuna-Nova Friburgo e adjacências, além da subestimação dos cuidados com a Rápido Macaense, do mesmo grupo empresarial.

A tragédia ocorre pouco depois da 1001 ser a primeira empresa com o código DETRO atingindo sete dígitos, a partir do carro RJ 108.1007.

Ônibus estava acima da velocidade permitida, diz perícia

Do Portal R7


A perícia no local do acidente do ônibus na serra Rio-Teresópolis revelou que o tacógrafo (aparelho que registra a velocidade do veículo) marcava 80km/h, ou seja, 20 km/h acima da velocidade permitida neste trecho da via. Entretanto, segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), ainda é preciso levantar mais informações sobre a velocidade.

O chefe da 4ª Delegacia da PRF, Paulo Cesar Gama da Luz, afirmou também que é preciso verificar, por exemplo, se o veículo estava com problema mecânico, como falta de freio, ou algum problema de saúde do motorista. A polícia vai investigar se o veículo estava sem freio ou se o motorista, que está entre os mortos, passou mal e causou o acidente.

— As primeiras informações são de que o veículo estava descendo piscando o farol, indicando aos outros motoristas que estava com algum problema. Mas, ainda há muito para se investigar. Esse local não é de grandes acidentes, ainda mais dessa proporção.

Antes de despencar no precipício, o ônibus bateu no carro de um casal, que subia a serra. De acordo com a técnica de enfermagem Sônia Maria Rodrigues, ela e o marido seguiam para Teresópolis quando o carro foi atingido.

— Foi tudo muito rápido. Parecia uma ultrapassagem. O ônibus invadiu nossa pista e, quando ele estava voltando para a pista dele, a traseira atingiu nosso carro. O ônibus não parecia estar desgovernado. Meu marido virou o carro rapidamente para perseguir o ônibus, porque nós pensávamos que ele teria fugido. Não vimos que ele tinha caído na ribanceira.

2 comentários:

  1. Assino embaixo e outro detalhe: nos setores de Macaé/Campos, na minha opinião, perfeitamente, poderia ser uma coisa exclusiva a Macaense desinchando, assim, a 1001 no RJ108.xxx.

    Se isso acontecesse, sem buracos, quantos carros a Macaense poderia ter se fosse exclusiva do Grupo JCA em Macaé/Campos?

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  2. Já estão pipocando algumas denúncias contra a 1001.

    Agora, estou percebendo algo que HAVIA no Rio e em Niterói e não há mais por conta de palpites de políticos em pinturas de ônibus: a empresa dar a "cara" para bater por causa de sua pintura. Claro que não foi acidente, mas, naquela "briga" de gratuidade em Campo Grande flagrado pela Globo, NÃO SE CITOU NOME Pégaso nas irregularidades.

    Sobre a alta velocidade, já no dia 14/11/2002, voltando de São Paulo para o Rio, o cara andava um pouquinho em alta velocidade comparando a viagem de ida para SP de Itapemirim, 4 dias antes.

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