segunda-feira, 27 de agosto de 2012

CERIMÔNIA RELEMBRA TRAGÉDIA COM BONDINHO DE SANTA TERESA NO RIO


COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: Numa época em que a busologia está em crise por conta de alguns busólogos fanáticos por Eduardo Paes e Sérgio Cabral Filho, uma tragédia envolvendo outro tipo de transporte, o bonde de Santa Teresa, bairro do Centro do Rio de Janeiro, completou um ano.

Seis pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas no acidente em que um bonde estava com problemas no freio e, descendo em alta velocidade, saiu dos trilhos e bateu em um poste. Entre os mortos estava o motorista que, anos atrás, havia dado entrevista enquanto dirigia o bonde para um telejornal.

46 pessoas foram indenizadas, várias delas moradoras de cidades de outros Estados brasileiros. Os indenizados incluem parentes de mortos e as vítimas feridas. O bonde era muito frequentado por turistas. O serviço de bondes foi suspenso depois do trágico acidente. Uma placa foi inaugurada em homenagem às vítimas e um protesto, com uma réplica de um bonde, pedia a volta do serviço no bairro.

Cerimônia relembra tragédia com Bondinho de Santa Teresa no Rio

Do Portal Terra

Um ato ecumênico na Igreja Anglicana do bairro Santa Teresa, no Rio, reuniu moradores e frequentadores para lembrar o dia 27 de agosto de 2011, quando um acidente com o bondinho deixou seis mortos e 53 feridos.

Amanhã, diversos atos estão programados em continuação das homenagens. Pela manhã será celebrada uma missa na Igreja da Matriz. Em seguida, haverá uma manifestação no Posto 9, em Ipanema. No final da tarde, mais um ato público, no Largo dos Guimarães, cobrará uma solução para o caso. Na segunda-feira, dia em que a tragédia completa oficialmente um ano, haverá a inauguração de uma placa em homenagem às vítimas e a entrega de um dossiê ao Ministério Público do Estado pedindo o indiciamento do secretário de Transporte, Julio Lopes.

A composição descarrilou e tombou quando descia a Rua Joaquim Murtinho, na altura do número 273, perto do Largo do Curvelo. Quatro pessoas morreram na hora. A quinta vítima fatal chegou a ser socorrida, mas morreu ainda no hospital. A sexta vítima morreu no dia 5 de setembro, após passar nove dias internada, com traumatismo craniano. O condutor do bonde, Nelson Corrêa, que fazia aniversário no dia do acidente, também morreu no local.


Na ocasião, a perícia constatou diversas falhas técnicas na composição, inclusive problemas nos freios. Desde então, a circulação dos bondes antigos foram suspensas no bairro, que ainda aguarda uma solução para o caso. A Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística (Central), responsável pelo sistema, calcula que 14 novos veículos comecem a circular no bairro no primeiro semestre de 2014. Contudo, batalhas judiciais atrasam licitações. Os novos veículos - que custarão R$ 49 milhões - terão capacidade para transportar 24 passageiros. Percorrerão um trajeto de 14 quilômetros, com início na Rua Francisco Muratori (na Lapa) e término no Silvestre. Por questão de segurança, os bondes não terão estribo.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

VÁRIOS ACIDENTES ACONTECERAM NO RIO DE JANEIRO

No último fim de semana, um acidente envolvendo um ônibus da linha 854 Campo Grande / Barra da Tijuca (Auto Viação Jabour - Santa Cruz), em Guaratiba e dois carros causaram quatro mortes.

Na segunda-feira, um ônibus da Expresso Pégaso (Transcarioca) provocou outro acidente com outro ônibus no Aterro do Flamengo, causando 16 feridos.

Na última terça-feira, um acidente ocorreu na Estrada do Mendanha, com um ônibus da linha 850 Campo Grande / Mendanha (Expresso Pégaso - Santa Cruz) e um caminhão de gás, sem feridos graves.

Na manhã desta quarta-feira, dois acidentes ocorreram. Um na Av. Brasil, altura de Bonsucesso, com três ônibus, dois Internorte (City Rio), linhas 384 Pavuna / Passeio e 386 Anchieta / Castelo, com 35 pessoas feridas e com escoriações. E outro acidente ocorreu na Barra da Tijuca, com dois ônibus BRT, na altura da Estação Américas Park, no sentido Alvorada, deixando um ferido grave. No mesmo dia ainda havia tido outro acidente com um BRT (Transoeste), no Recreio dos Bandeirantes, sem informação de feridos.

Desde que foi inaugurado, acidentes com BRT causaram ao todo quatro mortes. O motivo é a falta de passarelas que obriga os pedestres a arriscar a travessia nas avenidas dos corredores expressos.

Das fotos abaixo, apenas o acidente no Mendanha não teve registro. Tirando a foto dos BRTs (blogue Meu Transporte) e a foto de Guaratiba (portal R7), as outras são creditadas à TV Globo.







quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O COMPLICADO "RACHA" VISUAL DE CERTAS EMPRESAS DE ÔNIBUS


A padronização visual dos ônibus traz mais complicações do que se imagina. E não é questão estética, não, porque a medida, no fundo, também peca pela falta de funcionalidade.

Isso se torna claro quando a medida "racha" as frotas de uma mesma empresa de ônibus devido às linhas que variam quanto às regiões de bairros, tipos de ônibus e municípios servidos pela mesma empresa.

Ou seja, a empresa é incapaz de apresentar sua identidade visual unificada, porque num município que adota uma padronização visual, ela tem uma pintura, em outro município adota outra pintura, e, quanto às regiões de bairros, a pintura varia dependendo das linhas operadas, e também há o caso do tipo de ônibus, que também influi na variação de pintura.

Sabe o que isso significa? Com tanta propaganda que tem que exibir das diferentes prefeituras e governos estaduais, por conta dos padrões visuais adotados, a empresa não pode se apresentar ao público, mas o aspecto mais grave disso é de ordem econômica, que é o de gastar mais dinheiro com tinta ou plotagem.

Isso tudo já tira dinheiro das empresas de ônibus. Parece bobagem, mas isso aumenta sem necessidade o volume de gastos, porque são mais cores a serem utilizadas em diferentes pinturas. Sem a identidade visual própria e unificada, a empresa, além disso, deixa de investir em manutenção ou em mão-de-obra, ou terá que pedir mais dinheiro para prefeituras e governos estaduais, por conta do aumento de gastos.

Outra desvantagem está no deslocamento de um carro de um tipo de linha para outro. Há casos de ônibus intermunicipais, por exemplo que, quando se tornam semi-novos, são deslocados para linhas municipais de maior status e, em seguida, para linhas de menor status.

Se houvesse a identidade visual unificada, bastaria apenas substituir o código numérico numa plotagem e fazer apenas alguns ajustes, como a substituição das bandeiras de lona ou a troca de dados, no caso de bandeira digital. Quando muito, apenas é feita uma repintura apenas para renovar visualmente o veículo, sobretudo no caso de pinturas envelhecidas pelas sujeiras e pelas chuvas.

Mas, com a variação dos padrões visuais, a situação se complica. O ônibus que serve um município A que se desloca para a frota da capital precisa ser repintado independente do estado da pintura anterior. Digamos que ele, com três anos de uso, se destine para uma linha da Zona Sul, mas, depois, se destine para uma linha da Zona Norte. Passará, em cada etapa, por três pinturas diferentes.

Mesmo em casos em que frotas municipais ou intermunicipais ou frotas rodoviárias, se for o caso, mantém a identidade visual própria da empresa, o deslocamento de carros para frotas que usam padronização visual representa os gastos acima citados.

Parece pouco, mas isso gera mais problema para a empresa. E, é claro, o aumento de gastos pode puxar aumento das passagens, mas se elas não ocorrem, as empresas operam no vermelho, e aí adeus ônibus novos, adeus manutenção, adeus funcionalidade.

Com isso, a padronização visual tão defendida por uns perde seu sentido, e acaba fazendo com que os defensores da medida, eles sim, pensem mais em aspectos estéticos do que na funcionalidade do sistema de ônibus.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

CARTA ABERTA À BUSOLOGIA FLUMINENSE


Ando muito decepcionado com a atitude de uma elite de busólogos fluminenses, inclusive vários conhecidos.

Eu admirava todos eles, alguns anos atrás e via os fotologs do Fotopages para ver as suas fotos e as novidades.

Admirava as fotos tiradas ora no Cachambi, ora na Av. Venezuela, ora no Terminal Alvorada, ora em outras cidades, e sentia simpatia por vários desses busólogos.

Só que, nos últimos anos, desde que houve o famoso conflito de busólogos depois que um grupo então menos destacado foi para o Multishow e deixou outro mais destacado na mão, há quatro anos atrás, que o estrelismo e a politicagem passaram a fazer parte da busologia carioca, que deixou de ser um hobby para ser uma negociata política.

E a coisa se agravou quando Eduardo Paes decidiu "comprar" o apoio de alguns busólogos, impondo o pensamento único e impulsionando a elite busóloga a fazer uma luta fratricida, um "higienismo" que tem por objetivo combater e banir quem não segue um padrão de pensamento, que é o de Eduardo Paes, Alexandre Sansão, Jaime Lerner e outros.

Sim, pois não é só a pintura dos ônibus do Rio de Janeiro e agora de Niterói que ficou padronizada, desafiando a atenção dos passageiros e camuflando a identificação de cada empresa. É o pensamento da busologia que se tornou padronizado, e quem discordar desse PENSAMENTO ÚNICO - espécie de "bilhete único" para ter acesso a cadeiras nas secretarias de Transporte, no DETRO ou na ALERJ - é expulso de fóruns da Internet, para não dizer coisas piores.

Recentemente fui ameaçado por um busólogo por que ele não gostou que eu despadronizasse os ônibus que ele fotografava. Prepotente, me xingou de "xexelento" e ameaçou me processar. Eu não fiz mais do que uma arte virtual, principalmente nas fotos da Real Auto Ônibus, para informar aos internautas como seria a Mascarello Gran Via com as cores da Real, o que ficaria lindo.

E eu coloquei a autoria devida nos créditos, eu nunca iria usar a foto de outro para creditar como se fosse de minha autoria. Não sou irresponsável. Mas, numa típica situação kafkiana - para quem não sabe, o escritor Franz Kafka era especialista em retratar o absurdo - , o cara não gostou, me xingou e ainda me fez ameaças.

E eu era fã dele, usava as fotos porque admirava o jeito dele fotografar os ônibus. Imagine um cara que é fã de alguém e, na hora de pedir um autógrafo, leva um soco de seu ídolo? Pois é. E atitudes assim acabam vazando, como outras que já ocorreram na busologia.

Vários foram vítimas dessa prepotência da elite busóloga. Eu, meu irmão, meus amigos Marcelo Delfino e Leonardo Ivo, o outro amigo Marcelo Pierre, entre outros. Até André Neves foi atacado, mas ele conta com visibilidade suficiente para não ser expulso de fóruns busólogos, porque aí seria demais.

Mas já houve casos de dois busólogos que armaram para desmoralizar um abaixo-assinado digital que ia contra o interesse deles, e os dois também armaram o tal COMENTÁRIOS CRÍTICOS, um blogue ridículo para desmoralizar eu e meu irmão e, quem sabe, algum outro busólogo que discordar radicalmente de alguma coisa. E pode ser qualquer outro busólogo que estiver no caminho, até o aliado de ocasião.

Tudo isso fora as truculências que ocorrem nas comunidades BUSÓLOGOS DO RJ no Facebook e no Orkut. Gente expulsa mesmo, através de uma campanha difamatória, vexatória, que envergonha a todos. Porque é uma expressão de ABUSO DE PODER de busólogos mais destacados, que se acham os reis da verdade absoluta.

A situação está tão séria que eles passam a desprezar o sofrimento do povo. Povo, para eles, é só um gado a aplaudir diante dos palanques. Se um ônibus sofre um acidente e há feridos e mortos, para esses busólogos as vítimas é que são as culpadas. Eles ignoram qualquer pressão de ordem trabalhista que os patrões sempre jogam contra os trabalhadores.

Mas eles defendem até mesmo a Transmil, uma empresa que nem é pobre, porque tem "peixe grande" como acionista, incluindo um sócio que foi morto porque iria fazer revelações amargas sobre a empresa de Mesquita, famosa por sua frota sucateada e pelas grandes demoras na espera de um veículo.

A situação está vazando para fora do Estado do Rio de Janeiro e para fora da busologia, porque as manifestações truculentas de ameaças, ofensas pessoais e tudo o mais, que uma elite de busólogos faz com muito orgulho, acaba dando péssimas consequências até para aqueles que promovem tais agressões.

As pessoas acabam ficando assustadas, porque conhecendo a situação, vão aumentar ainda mais o preconceito que já têm contra a busologia. Além do mais, a agressividade dos busólogos fluminenses é também fruto de ilusões e desilusões. E, se no Facebook e no Orkut a coisa pega fogo, fora da Internet é que as coisas são piores ainda.

Em maio passado, pela primeira vez, houve "racha" nos encontros de busólogos. E, nos bastidores, sempre há um busólogo mais sensato que grita para o busólogo agressivo irritado porque este foi longe demais nas ameaças e ofensas a outros busólogos.

Os busólogos mais agressivos também brigam entre si, o busólogo pitboy dos "comentários críticos" até está em relações estremecidas com os antigos parceiros. E ninguém pense que a elite busóloga mais agressiva vive em lua de mel com Alexandre Sansão, que vê neles um bando de puxa-sacos e alerta que seu gabinete não é BRT para caber todo mundo.

Mas talvez isso permita que esses busólogos promovam esse "higienismo". Tudo para reduzir a busologia fluminense a um grupo fechado a dizer amém às decisões impostas pelas autoridades. Pensam mais na sua aparição nas festas de 2014 e 2016 do que em qualquer solidariedade por um hobby comum.

Fico muito triste, estarrecido, assustado. A arrogância dessa minoria de busólogos é como um ônibus desgovernado, sem freio. Certamente outros busólogos fluminenses saem envergonhados e intimidados, enquanto os mais agressivos, a princípio, acreditam na impunidade e na prepotência absoluta. Acham que podem agredir, ofender ou processar sem motivo e vão continuar em alta entre seus pares.

Não é assim. Hoje vemos que a vida prepara surpresas para quem comete abusos. Num dia, alguém que comete agressões pode se achar em moral alta e posar de bom amigo e de vítima diante de outras pessoas, para enganar. Noutro dia, ele é traído, ou briga com algum peixe grande, ou com alguma figura mais sinistra (tipo um chefão das vans) e a desgraça que ele desejava nos outros volta-se para ele até de forma piorada.

Espero que se dê um basta a esse festival de prepotência, de arrogância e de desrespeito humano. Quem pode pedir respeito se é o primeiro a desrespeitar com ofensas, ironias e ameaças?

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O "AI-5 BUSÓLOGO" ENVERGONHA O PAÍS


Baixou o espírito do senador mineiro Eduardo Azeredo em alguns busólogos e recebi pedidos, um tanto agressivos, nos últimos anos, de retirar fotos de autoria de alguns busólogos, porque eles foram reproduzidos "sem autorização".

Fazem ameaças de processos, mas outros disparam palavrões, outros fazem calúnias, numa atitude que envergonha o país, já que a arrogância com que esses busólogos agem constrange até quem está fora do Rio de Janeiro.

Eu NUNCA COMETI ILEGALIDADE, porque eu sempre colocava os créditos de autoria nas fotos. Uma vez, cheguei a comentar alegremente e de forma positiva que um busólogo tal registrou esta foto. Mas ele pediu, mesmo assim, a retirada da mesma.

Atitude assim - que eles têm a coragem de desmentir que se trata de CENSURA - , digna de um Ato Institucional Número Cinco, o AI-5 da ditadura militar, não favorece em coisa alguma a busologia fluminense. Pelo contrário, expõe posturas, posições e procedimentos que busólogos OUTRORA ADMIRÁVEIS adotam, decepcionando muitos fãs.

O autoritarismo, as ofensas pessoais e as ameaças causadas por essa elite da busologia não os fortalecem de forma alguma. Pelo contrário, cria-se um ABUSO DE PODER em que só os amigos mais próximos dos busólogos é que devem publicar tais fotos. Quem não faz parte da "panela" precisa pedir autorização e olhe lá.

Só que isso, em vez de elevar a moral desses busólogos autoritários, os joga à pior das humilhações. Porque o abuso do poder vai contra o verdadeiro respeito humano,. vai contra a liberdade de expressão, vai contra a liberdade de informação.

SOBRE AS FOTOS MONTAGENS DE ÔNIBUS DESPADRONIZADOS

Eu NUNCA COMETI ILEGALIDADE alguma. Pelo contrário, RESPEITEI AS AUTORIAS ORIGINAIS, por isso não há a menor razão para processos judiciais. Só seria passível de ser processado se eu tomasse as fotos como se fossem de minha autoria, o que NUNCA ACONTECEU.

Se os busólogos fossem processar alguém, deveriam processar também a BUSCA DO GOOGLE, porque ela também reproduz as fotos do Ônibus Brasil que servem de fontes para minhas fotos montagens. Ou deveriam processar a Associação Brasileira de Normas Técnicas por causa de um botãozinho chamado Print Screen.

As minhas fotos-montagens NÃO SUBSTITUEM as fotos originalmente feitas por seus autores. E não é só eu que faço isso, mas gente como Renato Passos, Victor Hugo Pereira ou outro que vier. Eles também serão processados por terem feito montagens de fotos?

Portanto, não existe ilegalidade. Ameaçar processos judiciais dessa forma arbitrária pode ser perigoso. Expõe o processante a uma prepotência que irá afastar amigos e fãs. Irá expor sua arrogância, sua censura, e em vez do busólogo autoritário se tornar mais admirado, ele se tornará mais temido.

CERTOS BUSÓLOGOS NÃO SABEM CONVIVER COM A DEMOCRACIA

A verdade é que certos busólogos não sabem conviver com a democracia. Eles acabam, ao pedir censura à reprodução de fotos, fazendo o mesmo que as campanhas SOPA, PIPA e ACTA, de triste lembrança e bastante impopulares, queriam fazer contra a Internet em geral.

Eles não sabem que muita gente usa fotos da Internet, em reproduções aparentemente sem autorização, para ilustrar seus textos. E várias fazem sem creditar autorias, e nem por isso são condenadas ou perseguidas.

O autoritarismo dos busólogos não os faz mais fortes, repito, e nem mais admiráveis. Como fotógrafos, eles continuam sendo excelentes, mas como seres humanos eles decepcionaram muito. Não sabem viver num regime democrático.

Hoje eles pedem que busólogos que não pensem igual a eles retirem suas fotos. Amanhã, se algum busólogo se tornar Prefeito do Rio de Janeiro, vai reprimir greve de professores com a violência policial. E não adianta eles falarem em moralidade ou dizer que não defendem censura, porque eles agem igualzinho ao que pessoas como Jair Bolsonaro, Demóstenes Torres, Paulo Maluf e Geraldo Alckmin já agiram.

Se forem parlamentares da ALERJ, então, dá para imaginar esses mesmos busólogos "fazendo marcação" contra quem não votar com eles.

Mas eles não estão com a razão. Seu autoritarismo só os expõe muito mal. Desse modo, a busologia continua tendo uma péssima imagem na sociedade e o autoritarismo de alguns busólogos só faz piorar as coisas para eles mesmos. Afinal, ter muita visibilidade e prestígio não permite que pessoa alguma cometa ABUSO DE PODER contra quem quer que seja.

Mais do que exigir respeito, deve-se respeitar os outros. Nada fiz contra busólogos de qualquer espécie. Eu respeitei e admirei todos os busólogos cariocas, não entendo até agora por que eles andam me ofendendo ou censurando de todo modo. Mas o verdadeiro prejudicado com isso não sou eu, mas eles, na medida que seu autoritarismo expõe sua prepotência.
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