sábado, 28 de julho de 2012

RUBAMÉRICA TEM DOIS ÔNIBUS DANIFICADOS


O baixo astral que se tornou o sistema de ônibus do Rio de Janeiro mostra o quanto se mexeu em time que estava ganhando.

Se o sistema de ônibus do RJ, antes dessa verdadeira intervenção estatal, não era perfeito, pelo menos tinha muitas qualidades e era considerado uma referência para o país.

Hoje, isso não mais acontece. E aumentaram os ônibus enguiçados e acidentados de forma bastante drástica. Tanto que as críticas iniciais que certos busólogos chapa-brancas fizeram, a ponto deles fizerem ofensas pessoais, entre declarações irritadas, xingações e ironias, foram reduzidas ou hoje se "isolam" nos fóruns do Facebook, Orkut e do portal Ônibus Brasil.

Eles pensavam que as denúncias eram mais daqueles boatos conhecidos como "rádio-leão", até que a imprensa, independente de seu nível ideológico, passou a confirmar as graves denúncias que busólogos mais imparciais faziam sob a dura pena das ofensas pessoais dos agressivos seguidores de Eduardo Paes e Alexandre Sansão que defendem até a moribunda Trans1000.

Dois incidentes ocorreram desde ontem envolvendo carros da dupla Rubamérica, um por causa de um protesto de moradores no bairro de Costa Barros, em que uma ação policial resultou na morte, por bala perdida, de uma menina moradora do lugar. Vários ônibus foram apedrejados - pelo menos um deles foi um micro da Viação Vila Real - e um incêndio chegou a atingir parcialmente um ônibus da Viação Rubanil.

O incidente pode não ter relação com o sistema de ônibus, mas mostra o quanto as mesmas autoridades que promovem esse sistema cometem o descaso com a segurança. O grupo político de Eduardo Paes e Sérgio Cabral Filho permitiram que a criminalidade voltasse a entrar em ação, e bandidos, esta semana, mataram uma policial na UPP do Complexo do Alemão.

Já no Viaduto Ataulfo Alves, que liga a Av. Brasil aos bairros de Benfica, Triagem e São Cristóvão - com acessos para o Maracanã, Méier e Bonsucesso - , um ônibus tombou, deixando pelo menos 11 feridos. É o segundo acidente com feridos em três dias, depois que um ônibus da Empresa de Viação Algarve tombou num outro trecho da Av. Brasil.

Até pouco tempo atrás, empresas como Ocidental (atual Rio Rotas), Algarve, Andorinha e Pégaso eram passíveis de sofrer acidentes. Mas hoje todas as empresas sofrem essa sina, até a Transurb, Seans Peña, Braso Lisboa e Futuro. O sistema de ônibus do Rio de Janeiro piorou, e os tais "benefícios reais e permanentes" não passaram de um discurso de palanque para eleitor dormir, para botar Eduardo Paes no desgoverno do Rio de Janeiro por mais quatro anos.

E isso será para turista ver. Para turista ver o desastre que se torna essa "mobilidade urbana" dos tempos do AI-5. E que terá sua reprise no outro lado da Baía da Guanabara.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

EM MENOS DE DOIS MESES, SEXTO ACIDENTE DE ÔNIBUS DO RJ


Em menos de dois meses, acidentes graves de ônibus põem em xeque o modelo de transporte coletivo adotado no Rio de Janeiro. Agora foi um acidente de ônibus, na manhã de hoje, com um midi da Algarve, na Av. Brasil, com 30 feridos. O ônibus chegou a cair num canteiro.

Isso nos faz pensar o que os niteroienses estarão esperando para os próximos anos, além da redução das frotas de ônibus da antiga capital fluminense que, com os engarrafamentos de automóveis, irá piorar seriamente a situação.

No Rio, além de passageiros pegarem ônibus errado (claro, a pintura agora é igualzinha para diferentes empresas) e, com os congestionamentos, perder o horário limite dos bilhetes únicos - limite para o passageiro pagar apenas uma tarifa - , os ônibus sofrem problema de manutenção, os motoristas têm sobrecarga de horário e, estressados, provocam acidentes e rodam em alta velocidade.

Agora o poder está nas mãos de uma única pessoa, o secretário de Transportes Alexandre Sansão, que mais parece um "coronel" brincando de ser empresário de ônibus. Amarrar as empresas em consórcios e botar a mesma pintura, comprovadamente, não disciplina o transporte coletivo, dificulta o reconhecimento das empresas pelos passageiros comuns e favorece a corrupção e faz com que linhas de ônibus troquem de empresas às costas dos passageiros.

Algumas linhas já foram trocadas de empresas sem que os passageiros comuns soubessem, como a 296 Castelo / Irajá e as linhas que ligam o Méier à Barra da Tijuca. Em outros tempos, haveria transparência, com cada empresa apresentando sua identidade visual própria.

Mas, infelizmente, o golpe de 1964 chegou tardiamente à mobilidade urbana. Aliás, nem tão tarde. Jaime Lerner - que alguns consideram um "semideus" - é "filhote da ditadura" e já planejou seu projeto em Curitiba no auge do AI-5. E se os milicos naquela época gostavam de rasgar a Constituição Federal, Lerner rasgou a Lei de Licitações.

Mas teremos que esperar os problemas se tornarem mais claros para a população para a invalidade desse modelo de transporte seja descartado em todo o país. Ele favorece desde a corrupção política até o desmatamento, na medida em que áreas ambientais são destruídas para a construção de corredores exclusivos.

Só que ainda vivemos a fase de que, para uns poucos mas barulhentos busólogos, pimenta nos olhos dos outros é refresco. Se eles não perdem seus familiares nos acidentes de ônibus, tudo está bem. O que importa para eles é que ninguém critique Eduardo Paes, Sérgio Cabral Filho, Alexandre Sansão, Detro, Turismo Trans1000 e Jaime Lerner.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

TRIBUNAL DE CONTAS QUESITONA LICITAÇÃO DE ÔNIBUS NO RJ


De acordo com informações divulgadas no jornal O Globo, o Tribunal de Contas do Município identificou irregularidades na licitação adotada pela Prefeitura do Rio de Janeiro em 2010.

Das 41 empresas que foram aprovadas na formação de consórcios, apenas oito teriam respeitado as normas do edital de concessão. O parecer do TCM consta no relatório do conselheiro Antônio Carlos Flores de Morais, votado na última quarta-feira.

Segundo o relatório, foi estabelecido um prazo de 30 dias para que as secretarias municipais de Fazenda e Transportes esclareçam os problemas apontados no documento e expliquem quais as providências que serão tomadas. Já o Rio Ônibus, sindicato das empresas que operam no município do RJ, não se pronunciará a respeito antes de conhecer o teor do relatório.

Entre as irregularidades apontadas, está a formação do cartel nos consórcios, já que foram identificados o mesmo endereço do escritório-sede, o mesmo dia de abertura dos CNPJs das empresas e a escolha de um mesmo banco para as garantias financeiras das mesmas, que recorreram à esta instituição financeira no mesmo dia.

Segundo o relatório, doze empresários de ônibus aparecem como sócios de mais de uma empresa, e a reportagem aponta pelo menos dois deles, como sócios de mais de duas: Jacob Barata Filho (Alpha, Ideal, Transurb, Normandy, Saens Peña, Verdun e Vila Real)e Álvaro Rodrigues Lopes(City Rio, Algarve, Rio Rotas, Translitorânea e Andorinha)

As únicas empresas que respeitaram as normas de licitação foram a São Silvestre, Vila Isabel, Litoral Rio, Santa Maria, Âncora Matias, Paranapuan, Pavunense e Jabour. O que não significa que elas tiveram melhor desempenho operacional, já que várias delas também se tornaram, de uma forma ou de outra, deficitárias.

Neste blogue, já se constou a queda de qualidade dos ônibus da antes conceituada Matias, outrora conhecida por sua cor inteiramente verde e pelo seu excelente serviço. Nos entornos de Vila Isabel, Grajaú e Maracanã, nota-se que os ônibus da Matias "sacolejam" quando correm em alta velocidade, o que indica que a manutenção tornou-se mais rara.

O relatório, que também investiga irregularidades nos convênios entre Prefeitura, Rio Ônibus e convênios de custeio dos bilhetes únicos, além dos critérios adotados para os reajustes das tarifas, cita também um inquérito do Ministério Público do Rio de Janeiro, que se baseou em denúncias como a de que empresas deficitárias teriam sido aprovadas na licitação através da mudança de nome e razão social, como se nota nos casos da Rio Rotas (surgida das "cinzas" da Santa Sofia e Oeste Ocidental), Translitorânea (surgida das "cinzas" da Amigos Unidos) e City Rio (surgida das "cinzas" da Auto Diesel, Breda Rio e Via Rio).

PADRONIZAÇÃO VISUAL FERE LEI DE LICITAÇÕES

A reportagem de O Globo não faz menção à medida irregular da padronização visual. O fim das respectivas identidades visuais das empresas, além de desafiar as atenções de passageiros - sobretudo idosos, deficientes, gestantes, analfabetos, mas até qualquer um que esteja ocupado com outras coisas - , favorece a corrupção e, por isso, vai contra as normas da Lei de Licitações 8666/93.

As normas desrespeitadas são os artigos 11, relativa às exigências específicas do serviço e as condições locais, e 12, inciso II, que se refere à adequação ao interesse público. Quanto ao artigo 11, natureza própria do serviço de ônibus está na identidade visual como exigência determinante para a funcionalidade do sistema, e os passageiros costumam identificar um ônibus pelo seu visual personalizado.

Já o artigo 12, referente aos projetos executivos de obras e serviços, o inciso II se refere à funcionalidade e à adequação ao interesse público, fatores desrespeitados pela padronização visual. Não há a menor justificativa lógica para empresas de ônibus diferentes adotarem uma mesma pintura, coisa que só serve para dificultar as coisas, e não existe adequação ao interesse público, até porque as empresas deixam de exibirem suas identidades, sua identificação só é plena por parte de políticos, técnicos e busólogos "profissionais".

Também não se pode confundir a renovação de frotas, com ônibus de pisos baixos ou articulados e de motor de marcas suecas como "adequação ao interesse público", conforme erroneamente se alardeia para justificar a padronização visual das empresas de ônibus. Pelo contrário, a renovação de frotas é usada, no caso, com o mesmo caráter tendencioso que, em outros tempos, se fazia quando políticos em campanha distribuíam cestas básicas em comícios para atrair votos.

Pelo menos, um comentário de um leitor, Renan Almeida, questionou a prática, reconhecendo-a como nociva para a população. "As únicas coisas que mudaram foi a pintura (além de um tormento para os idosos e pessoas com deficiência de visão, um atentado a tradição de pinturas não-padronizadas) e a numeração de muitas linhas. Tudo para atrapalhar o usuário", escreveu.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

"NOVO" SISTEMA DE TRANSPORTE IMPÕE SOBRECARGA HORÁRIA A MOTORISTAS NO RJ


Os motoristas de ônibus do Rio de Janeiro se queixam de que o "novo modelo" de transporte coletivo impõe carga de horário longa, junto às péssimas condições de trabalho.

Essa é a lógica que está por trás de um padrão de "mobilidade urbana" que, imposto a partir do projeto de Jaime Lerner em Curitiba, no auge da ditadura militar, esconde diversos transtornos e prejuízos através de atrativos meramente paliativos como os corredores expressos e os BRTs.

Esse "modelo" de transpote coletivo se baseia na concentração de poder das secretarias de transportes, que vendem uma falsa imagem de "xerifes do sistema de ônibus". Esse "modelo" impõe medidas antipopulares que, do contrário que a teoria promete, causa prejuízos e transtornos para os passageiros.

A padronização visual dos ônibus não é o único, mas o principal aspecto desse "modelo" de transporte. A medida desafia a atenção dos passageiros e impede que o cidadão comum reconheça a empresa de ônibus que opera a linha, o que faz a padronização visual ser não somente uma perda de valor estético, mas também uma perda total de funcionalidade no sistema de ônibus.

Para piorar, somente técnicos e busólogos "profissionais" - aqueles que estão mais chegados a empresários e políticos - conseguem reconhecer, de fato, a empresa de ônibus. E essa verdadeira elitização é motivo de muitas vaidades pelo privilégio obtido e que é defendido às custas de desculpas inconvincentes, como o tal "interesse público" que eles nem conseguem explicar direito do que se trata.

Os passageiros também sofrem com medidas "racionais" como a redução das frotas de ônibus em circulação, além da construção de pistas para BRTs afetar também várias comunidades populares, desalojadas de suas casas destinadas a demolição, isso quando os corredores não afetam áreas ambientais ou patrimônios históricos.

Esse sistema "racional" ainda apela para a extinção gradual da função do cobrador, sob a promessa de universalização dos tais bilhetes únicos, o que esconde interesses de demissão em massa para agilizar a informatização dos postos de trabalho. Com isso, os motoristas, além da sobrecarga horária, em muitos casos precisam se dividir entre cobrar passagens e dirigir um ônibus.

Isso sobrecarrega as mentes dos motoristas, que, juntando todos os transtornos que sofre, correm risco de sofrer doenças em pleno volante, oferecendo riscos aos passageiros. Em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, só para citar os principais exemplos, isso causou vários acidentes de ônibus, não raro com vítimas fatais.

Esse modelo de transporte é meramente tecnocrático. Não deveria ser referência para o Brasil nem para o mundo. Mas, infelizmente, é, o que pode ser bom para determinados "especialistas" em transporte ou mesmo para blogueiros de ônibus "imparciais" que se dividem entre os interesses públicos e os patronais. Só que a sociedade, incluindo os trabalhadores rodoviários, sai prejudicada com isso, e nada pode fazer senão aguentar transtornos, injustiças e tragédias.

domingo, 8 de julho de 2012

PADRONIZAÇÃO VISUAL: E SE FOSSE COM O FLA X FLU

Alguns fotologs como Brasileirão Fotopages, Futebol Mobilidade Urbana e Brasileirão Rapid Transit já satirizam a padronização visual dos ônibus através dos uniformes dos times de futebol.

Imagine então se a moda pega e a padronização visual atinge pra valer os nossos times, que passam a perder a identidade visual? Ficaria mais "organizado" e "disciplinado"? E qual torcedor aceitaria que diferentes times tenham o mesmo uniforme, não se importando com isso, resignado em esperar do futebol apenas "bons jogos e muitos gols"?

Será que o pragmatismo viciado que se vê em certos busólogos valeria também para o Flamengo X Fluminense na comemoração de seus 100 anos de competição? Vejamos como ficariam as fotos:






sábado, 7 de julho de 2012

MAIS UM ACIDENTE DE ÔNIBUS NO RIO DE JANEIRO, HOJE


Um outro acidente atingiu um bar no bairro de Ramos, Zona Norte do Rio de Janeiro, às 10:30 de hoje.

O acidente, que envolveu um ônibus da Viação Madureira Candelária, deixou cinco feridos, e ocorreu depois que o motorista perdeu o controle do veículo, na altura das ruas Nossa Senhora das Graças e Leopoldina Rego.

O ônibus estava servindo a linha 928 Marechal Hermes / Ramos quando sofreu o acidente, o quinto ocorrido nas últimas semanas.

O que se nota é que, nesses acidentes, já são cinco empresas envolvidas - Auto Viação Três Amigos, City Rio Rotas Turísticas, Auto Viação Bangu, Transportes Futuro e, agora, a "maduquinha" - , nem todas consideradas deficitárias pela maioria dos passageiros. Sem falar dos BRTs da Transoeste (Expresso Pégaso e Auto Viação Jabour), já iniciando seu currículo de acidentes.

Com tanto acidente ocorrendo desse modo, o modelo de transporte coletivo implantado pela Prefeitura do Rio de Janeiro, que se baseia na concentração de poder da Secretaria de Transportes e no incômodo visual padronizado, é posto em xeque. Mas as autoridades não querem saber. Pimenta nos olhos dos outros é refresco. O que importa é o modelo de transporte bolado nos escritórios, cujos autores, tomados de vaidade, não aceitam alterações.

E depois dizem que esse modelo traz "benefícios reais e permanentes" para a população. E, do jeito que estão os hospitais no Rio de Janeiro, não é uma boa sair ferido em qualquer ocorrência, como esses acidentes de ônibus que ocorrem na cidade.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

MAIS ACIDENTE DE ÔNIBUS NO RIO DE JANEIRO


O aumento dos acidentes de ônibus dentro dessa "nova lógica" de transporte coletivo no Rio de Janeiro é algo que não dá para esconder.

Cada vez mais decadente, o "modelo" que tem como "chamariz" a padronização visual dos ônibus mas se afirma pela concentração de poder das Secretarias de Transportes, mostra que não adianta presentear a população com BRTs para dizer que esse "modelo" de mobilidade urbana vale a pena.

Mesmo os BRTs andam muito lotados e são raros. E não atendem todas as demandas de transportes. Os corredores viários não podem ser implantados em todas as áreas, só para citar uma das limitações. E isso se fala nos melhores casos, pois os ônibus comuns vivem coisa pior.

A situação já está a níveis trágicos, como no caso do ônibus da City Rio que se acidentou anos atrás. E isso numa semana em que dois outros ônibus se acidentaram, em dias consecutivos. E esses são os acidentes que conseguem virar notícia na televisão, porque há mais acidentes, ônibus enguiçados, ônibus com latarias amassadas (inclusive Mega BRS da Translitorânea!!) e tudo o mais.

A foto acima mostra o acidente ocorrido no começo da madrugada de hoje, com um ônibus da linha 755 Cascadura / Gávea, na altura do Trevo das Palmeiras, conhecido como "cebolão". Nove pessoas, seis homens e três mulheres, ficaram feridos.

O ônibus, da empresa antes identificada como Transportes Futuro, bateu numa pilastra na altura da Av. Ayrton Senna e depois rodou pela pista, bloqueando o trânsito. O trânsito chegou a ficar congestionado, e a pista só foi liberada cerca de duas horas depois.

Isso mostra que os acidentes e os ônibus enguiçados não se limitam a empresas consideradas deficitárias, como Campo Grande, Rio Rotas e City Rio, mas também envolvem empresas com algum conceito como a Futuro. Até mesmo Real e Matias circulam com ônibus com latarias amassadas ou sacolejando como se estivessem com os parafusos se soltando.

Nenhuma empresa tem mais imagem a zelar - com exceção da Feital Transportes, que está até melhorando sua frota - , e na prática tudo agora virou uma encampação terceirizada, com a Secretaria de Transportes mandando com mãos de ferro.

Será que temos que aguentar vinte anos com essa pasmaceira toda, às custas de tendenciosas renovações de frota feitas mais para tentar calar as críticas do que para servir à população (se pensarmos que logo, logo, os novos carrinhos também rodarão com latarias amassadas e sofrerão acidentes)?
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