terça-feira, 11 de outubro de 2011

MAIS UM ÔNIBUS "PADRONIZADO" É POSTO À VENDA



A gente fica imaginando se o aparente adiantamento da pintura padronizada em carros mais antigos, no Rio de Janeiro, enquanto outros aparecem ainda com o visual provisório - estampa ainda personalizada e letra do consórcio acrescida de forma improvisada, assim como o adesivo do consórcio respectivo - , até hoje.

É certo que várias empresas praticamente deixaram de ter o visual personalizado, como a Matias, mas dá para ver o descontentamento dos empresários com a medida que simplesmente fez cada empresa zelar por sua imagem.

Afinal, que "imagem"? Se agora os ônibus parecem que nem aluninhos de internato, exibindo sempre a farda da "Viação Cidade do Rio de Janeiro", não há como reconhecer mais a imagem de empresa alguma.

Mesmo na compra de carros novos, uma Verdun é igual à City Rio, uma Real é igual à Braso Lisboa, e alguns carros novos chegam a não mostrar, num dos lados, o nome do consórcio nem da respectiva empresa associada.

Isso só beneficia a vaidade de uma minoria pelega de busólogos, que agora fazem até joguinho para saber que empresa é "aquele carro da Intersul ou da Internorte". O passageiro comum, sobretudo o mais pobre, não tem a mesma sorte.

Mas, a julgar pela "dedicação" que Eduardo Paes e Sérgio Cabral dão ao povo pobre, dá para entender o "mérito" da padronização visual. E o visual "embalagem de remédio" é tiro e queda para busólogos que "sentem nojo" de quem critica a Prefeitura do Rio de Janeiro pelo lamentável projeto para o transporte coletivo que só piorou o sistema de ônibus na cidade.

Um comentário:

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