sábado, 11 de dezembro de 2010

MAIS UM TRANSTORNO ENVOLVE PADRONIZAÇÃO VISUAL E CONSÓRCIOS



A medida do prefeito do RJ, Eduardo Paes de padronizar visualmente os ônibus e submetê-los à administração centralizada da Secretaria Municipal de Transportes está causando sérios problemas que, com o tempo, colocarão esse conjunto de medidas à falência irreversível.

Um busólogo comentou a respeito da greve dos funcionários da Translitorânea, uma das sócias da paraestatal Viação Cidade do Rio de Janeiro, e o risco de outras associadas da Intersul (um dos consórcios em que se envolve a Translitorânea, que também participa do Transcarioca), como Real e São Silvestre, serem multadas devido à paralização de outra.

Ou seja, tantos problemas que se vê com esse modelo de transporte coletivo, a gente até teme o contrangimento enorme que as autoridades e os turistas estrangeiros terão com o sistema de ônibus carioca, o que pode "queimar" definitivamente a imagem de Paes, Sérgio Cabral Filho e outros aliados do esquema.

Segue o comentário do busólogo, de nome Vander:

"Li o comentário do amigo Jaime ele sintetizou o fato negativo da pintura padronizada, e vou além, com essa pintura dos consórcios nivela-se por baixo a qualidade das empresas. Por exemplo: na última semana os funcionários da Translitoranea fizeram uma greve por melhores condiçoes de trabalho e salários atrasados. A prefeitura queria punir o consórcio por afetar as pessoas que utilizam suas linhas. Agora é justo a Real, São Silvestre e Vila Isabel que prestam um bom serviço serem punidas pela incompetência dos gestores da Translitoranea? Por isso que a manutençâo das pinturas das empresas era fundamental para que a população possa reclamar da referida empresa e aí sim ocorrer a melhora do serviço de ônibus na cidade".

Um comentário:

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